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Visitar a Universidade de Coimbra – O que fazer

Com cerca de 25 mil estudantes, a Universidade de Coimbra é, não só uma das mais importantes de Portugal, mas também a mais antiga do país. Por toda a sua história, tradição e desenvolvimento de conhecimento, foi considerada Património Mundial da UNESCO em 2013 e numa viagem por Coimbra torna-se absolutamente obrigatório visitar a Universidade de Coimbra!

Fundada em 1290 pelo rei D. Dinis, o Estudo Geral era composto por 4 faculdades: Direito Canónico, Direito Civil, Artes e Medicina. Inicialmente localizada em Lisboa, foi transferida para Coimbra em 1308 para o Paço de Alcáçova, atualmente o Paço das Escolas. De 1338 a 1354  e de 1377 a 1537 esteve de novo em Lisboa, mas em 1537 o rei D. João III fixou definitivamente a Universidade em Coimbra, sendo que em 1597 a Universidade adquire o Paço de Alcáçova ao Reino, renomeando-o de Paço das Escolas, nome que ainda hoje mantém.

Ao longo dos séculos, a Universidade de Coimbra foi se desenvolvendo academicamente, esforçando-se por se afastar pouco a pouco das influências do Reino e do Clero. Até 1911 foi a única universidade no universo português (excepto entre 1559 e 1759), tendo sido alvo de diversos projetos de expansão e requalificação.

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Após a fixação da Universidade em Coimbra no Paço das Escolas (Núcleo 2), a primeira grande expansão da Universidade deu-se na Rua Sofia (Núcleo 1), na baixa da cidade. Ao todo, chegaram a existir 27 colégios nesta artéria da cidade. 7 deles mantêm-se e são o testemunho vivo dos primeiros séculos de vida da Universidade.

Posteriormente, deu-se uma grande expansão no século XVIII. Foi neste século que a Biblioteca Joanina foi construída, mas também houve uma grande Reforma Pombalina (Núcleo 3) em todo o ensino, com especial enfoque nas ciências exactas e naturais, o que levou à renovação do Colégio de Jesus e do Jardim Botânico e à construção do Laboratorio Chimico.

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Finalmente, a última grande reforma da Universidade de Coimbra deu-se na época do Estado Novo (Núcleo 4). A partir de 1942, grande parte da zona residencial da Alta de Coimbra, junto ao Paço das Escolas, foi demolida para dar lugar a um moderno complexo arquitectónico que hoje acolhe muitas das faculdades da Universidade. A grandiosa obra só viria a estar concluída em 1969.

Hoje, a universidade está organizada em 8 faculdades e distribuída por 3 pólos académicos. Cresceu muito para além do Paço das Escolas, mas este continua a ser o seu centro nevrálgico e onde ainda funcionam a Reitoria, os Serviços Administrativos e a Faculdade de Direito.

Para vos ajudar a visitar a Universidade Coimbra reuni os principais pontos numa visita exaustiva à Universidade. Nem todos os Núcleos estão desenvolvidos do ponto de vista turístico, portanto numa primeira visita recomendo apenas o Núcleo 2 e o Núcleo 3.

Visitar a Universidade de Coimbra – Núcleo 2

O Paço das Escolas é o complexo arquitectónico composto por vários edifícios, cuja história remonta à fundação de Portugal. Antes de aqui funcionar a Universidade de Coimbra, foi o primeiro Paço Real de Portugal – o Paço de Alcáçova – onde nasceram grande parte dos Reis da primeira dinastia. A partir do reinado de D. Dinis o Paço começou a ser progressivamente abandonado até ao século XVI, onde seria amplamente renovado, passando a alojar a Universidade de Coimbra.

Porta Férrea

A Porta Férrea marca a entrada no Paço das Escolas com grande imponência. Construído no século XVI, apresenta as duas figuras chave da Universidade: o fundador D. Dinis e D. João III, que a fixou definitivamente em Coimbra. Acima dos dois, está a figura da Sapiência.

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Torre da Universidade

Construída no século XVIII, o relógio da Torre regulava o horário dos estudantes através de 3 sinos: a Cabra (o mais emblemático, que toca de manhã para o início das aulas e à tarde para o fim das aulas), o Cabrão (que todas todas as horas, ao quarto de hora e à meia hora) e o balão (que toca em doutoramentos e épocas festivas). Hoje a Torre da Universidade pode ser visitada e é o mais alto miradouro parar a cidade de Coimbra.

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Capela de São Miguel

Construída entre os séculos XVI e XVIII num estilo predominantemente manuelino. Tem um grandioso órgão do século XVIII que obrigou a obras na estrutura da capela, e que ainda hoje se mantém em funcionamento. O órgão, com trompas verticais e horizontais, tem mais de 2.000 tubos. O retábulo, os azulejos e a pintura no tecto são outros pormenores a não perder!

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Biblioteca Joanina

Ao visitar a Universidade de Coimbra, a Biblioteca Joanina é obrigatória. Fundada no século XVIII, tem um estilo marcadamente barroco, sendo uma das mais espectaculares a nível europeu. Com três pisos, é o piso superior que mais surpreende e aquele que vale a pena a visita. Construída em madeira de forma a melhor preservar a colecção literária, a decoração chinoiserie tem influência asiática.

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No teto da primeira sala, as ninfas representam 4 continentes: Europa, América, Ásia e África. Na segunda sala, vemos representadas as qualidades com que os estudantes deveriam terminar a Universidade: Honra, Fortuna, Fama e Virtude. No terceiro teto, temos a representação das faculdades inaugurais da Universidade.

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Ao fundo da sala, o retrato de D. João V ocupa o lugar do altar. Tem cerca de 70 mil volumes. Diz que a Biblioteca demorou apenas 10 anos a ser construída, mas 50 anos a ser aberta ao público. Isto porque foi necessário ir buscar os livros aos 5 cantos do mundo!

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As mesas ainda são as originais e todo o local se encontra muito bem preservado. A temperatura dentro é constante ao longo do ano, os estudantes eram obrigados a andar de meias dentro da Biblioteca e a dada altura foram introduzidas colónias de morcegos dentro da sala, que ainda hoje asseguram a manutenção nocturna. À saída da Biblioteca, existem também as Escadas de Minerva.

Sala dos Capelos

No edifício principal do Paço, a Sala dos Capelos ou Sala dos Grandes Atos tem um papel de destaque. É aqui que se realizam hoje as mais importantes cerimónias académicas, como a defesa da tese de doutoramento. Durante a altura do Paço Real, esta foi também a Sala do Trono, tendo sido aqui que D. João Mestre de Avis foi proclamado rei de Portugal. As telas da sala representam todos os Reis de Portugal… à excepção da dinastia filipina (D. Filipe I, D. Filipe II e D. Filipe III).

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Sala do Exame Privado

Tendo feito parte do Paço Real, este foi o quarto dos monarcas portugueses. Quando a Universidade passou a funcionar aqui, tornou-se a Sala do Exame Privado, um ato solene conduzido à noite e de porta fechada.

Sala das Armas e Sala Amarela

Na Sala das Armas estão guardadas as armas da extinta Guarda Real Académica. Na sala contígua, a Sala Amarela, estão expostos retratos de reitores da universidade.

Via Latina

A Via Latina é a longa varanda localizada na fachada principal do antigo Paço Real. Construída no século XVIII, era aqui os estudantes se reuniam depois das aulas para reverem a matéria.

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A visita completa ao Paço das Escolas custa 10 euros. A visita à Torre custa 1 euro. Mais informação aqui.

Visitar a Universidade de Coimbra – Núcleo 3

A reforma pombalina no século XVIII teve um impacto na metodologia e forma de ensino, mas também nos edifícios da Universidade, identificáveis pela robustez e pelas marcas do Iluminismo.

Jardim Botânico

Pertencendo inicialmente ao Colégio de São Bento, o Jardim foi entregue à Universidade em 1774 e obteve uma ampla renovação, com o objetivo de complementar o Estudo da Medicina e da História Natural. Não deixem de visitar a Grande Estufa, construída no século XIX, a Estufa Fria, a Alameda das Tílias, o Fontanário e o Recanto Tropical junto ao Aqueduto de São Sebastião. A mata do Jardim Botânico tem ainda um capela que pertencia ao Colégio de São Bento.

Laboratório Químico (Museu da Ciência)

Com o objectivo de melhorar o estudo das ciências exactas, Marquês de Pombal inaugurou o Laboratório Químico em 1775. Hoje, o antigo edifício do departamento de Química faz parte do Museu da Ciência de Coimbra.

Podemos não só observar as antigas salas de aula e experiências, como também visitar as salas interactivas que ajudam a explicar a miúdos e graúdos de uma forma dinâmica as leias da física e da química. Além da colecção permanente, existe um conjunto de exposições temporárias que merece atenção. Consultem aqui o programa do Museu da Ciência.

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Colégio de Jesus (Museu da Ciência)

Localizado do outro lado da estrada o Colégio de Jesus foi fundado em 1548, mas teve ampla renovação na época pombalina, tendo sido transformado num Gabinete de História Natural e num Hospital Público.

Actualmente, o edifício pertence ao Museu da Ciência e é uma autêntica viagem à história da investigação! No Gabinete da Física podemos observar o requinte com que era feita a investigação no século XVIII. Os investigadores não eram apenas investigadores… eram aristocratas! E cada uma das peças utilizadas (como por exemplo uma simples bola de espelhos), tinha de ter a decoração e o floreado esperado da corte. Quando passamos para a sala do século XIX, vemos uma evolução e já vemos os utensílios com menos floreados e mais utilitaristas, semelhantes ao que temos no dias de hoje.

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Quando passamos à Galeria de História Natural é toda uma outra viagem. Fundada em 1772, contém o espólio de História Natural recolhido e tratado pelos investigadores da Universidade. De forma a aprofundar o estudo da fauna mundial na Universidade, um professor enviou 4 alunos para os 4 cantos do mundo para recolher e estudar espécimes. Os quatro alunos partiram em 1783 e ao longo de anos enviaram exemplares de animais para Coimbra, de forma a que fossem tratados para exposição (a história completa aqui). O resultado está à vista e inclui o esqueleto de uma baleia, peles de anaconda, famílias de leões, entre muitos outros animais. Vale mesmo muito a pena entrar quando visitar a Universidade de Coimbra!

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A entrada no museu da Ciência custa 5 euros. Mais informação, aqui.

Outros Pontos de Interesse na Universidade – Núcleo 1

A partir da fixação permanente da Universidade em Coimbra no século XVI, esta começou a desenvolver-se na Rua Sofia, onde chegaram a existir 27 colégios. Hoje, existem 10 edifícios nesta tua que pertencem ao Património Mundial da UNESCO, ainda que nem todos os edifícios tenham pertencido à Universidade.

Fruto da designação feita pela UNESCO, a maioria destes edifícios encontra-se num processo de renovação e manutenção, já que foram descaracterizados ao longo dos séculos e adquiriram outras utilizações. Alguns podem ser visitados por dentro, ainda que de forma mais informal.

Antigo Colégio das Artes

Tendo começado a funcionar em 1548, grandes partes do antigo colégio foram demolidas, mas o pátio principal e algumas secções foram entretanto recuperadas, tendo sido inaugurado o Centro de Artes Visuais em 2003.

Colégio de S. Agostinho

Construído no século XVI com uma arquitectura sóbria, foi doado à Santa Casa da Misericórdia no século XIX. Após um violento incêndio em 1967, foi renovado e nele hoje funciona da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação.

Colégio de Nossa Senhora do Carmo

Fundado em 1540, em 1571 foi incorporado na Universidade. No século XIX o edifício foi readaptado e abriu como hospital e asilo. Hoje, o edifício está num processo de restauração.

Colégio de S. Tomás de Aquino

Construído no século XVI, sofreu obras de reabilitação e renovação no século XVIII. O Ministério da Justiça adquiriu o edifício em 1928, funcionando aqui o Palácio da Justiça e o Tribunal da Relação de Coimbra.

Colégio de São Boaventura

Construído no século 1543, foi renovado no século XVIII. No século XIX, foi adquirido por privados e aqui funcionou aqui um teatro, uma fundição e uma serralharia.

Colégio S. Pedro dos Terceiros

Fundado em 1540, foi adquirido em 1877 pelo Asilo de Mendicidade de Coimbra. Em 1931 começou a funcionar aqui a Casa de Saúde de Coimbra, que se mantém aos dias de hoje. A igreja do Colégio reabriu ao culto em 1946.

Colégio de Nossa Senhora da Graça

Fundado em 1543, foi nacionalizado e em 1836 passou a funcionar como Quartel, tendo continuado albergar serviços sociais e administrativos do Exército até 1998. Foi adquirido pela universidade em 2004 e posteriormente renovado, onde se instalaram 2 unidades de investigação: Centro de Documentação 25 de Abril e Centro de Estudos Sociais.

Colégio do Espírito Santo

Fundado no século XVI, foi vendido a particulares no século XVIII, tendo sofrido múltiplas descaracterizações e encontra-se num mau estado de conservação.

Palácio de Sub-Ripas

O Palácio ocupava uma antiga torre militar que se encontra integrada na muralha da cidade, com casario em anexo. Estão divididos entre a Casa de Cima e a Casa de Baixo, unidos por um arco sobre uma ruela. A Casa de Baixo foi cedida à Universidade em 1987, enquanto que a Casa de Cima se mantém uma residência particular.

Mosteiro de Santa Cruz

Fundado em 1131 pela Ordem de Santo Agostinho, é aqui que jazem os dois primeiros Reis de Portugal. Apesar de não pertencer à Universidade, o edifício fica na Rua Sofia e está incluído no complexo considerado Património Mundial da UNESCO. De notar que os colégios que se desenvolveram no século XVI escolheram a localização da Rua Sofia pela ligação aos frades crúzios e a escolha de Coimbra para acolher a Universidade também levou em conta o prestígio que este Mosteiro tinha na altura.

A Igreja de Santa Cruz e o Claustro da Manga/ Jardim da Manga podem ainda hoje ser visitados, mas o antigo mosteiro acolhe também a Câmara Municipal de Coimbra e a Direção Geral de Cultura do Centro.

A entrada na Igreja de Santa Cruz é gratuita.

Outros Pontos de Interesse na Universidade – Núcleo 4

A grande reforma da Universidade a partir de 1940 trouxe um complexo de edifícios imponentes e austeros e toda uma reorganização urbanística da Alta de Coimbra. E visitar a Universidade de Coimbra é também conhecer os edifícios modernos da época do Estado Novo.

Arquivo da Universidade

O Arquivo está dividido em duas zonas. A primeira com 4 pisos, é composta pelas salas de Leitura, Catálogo, Conferências e Exposições Temporárias. A segunda, com 6 pisos, é o depósito de inúmeros documentos, livros e pergaminhos.

Faculdade de Medicina

Com uma vincada austeridade e uniformidade no estilo arquitectónico, a Faculdade de Medicina tem um papel de destaque na Alta. Apesar de a grande maioria dos cursos já não funcionar aqui (mudou-se para um pólo mais moderno junto ao Hospital), a Universidade prevê aproveitar o espaço com funções comerciais e outros serviços ligados à vida académica.

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Faculdade de Letras

Com um forte rigor classicista, a fachada principal é antecedida de 4 estátuas de autores clássicos. Nos cinco portões, foram colocados 30 baixos-relevo em bronze alusivos às obras grandes escritores:  Homero, Gil Vicente, Camões, Antero de Quental, Florbela Espanca, Cesário Verde, Eugénio de Castro, António Nobre e Fernando Pessoa. Ambos são da autoria de Barata Feyo. Prevê-se que a Faculdade de Letras continue a funcionar aqui nas próximas décadas, portanto, caso tenham curiosidade, é só entrar e explorar!

Biblioteca Geral

Com uma vincada austeridade e rigidez, este edifício aproxima-se da Faculdade de Letras. Na entrada principal, com 3 amplas portas, destacam-se 6 baixos-relevos alegóricos que representam: a Biologia, a Matemática, a Física, a Gramática, a Lógica e a Ética. Mantendo as suas funções, basta entrar e explorar este edifício grandioso.

Outros Pontos 

Real Colégio das Artes

Construído no século XVI em torno de um pátio quadrangular com colunas dóricas, este edifício tem ainda hoje uma função académica. Funciona aqui o departamento de Arquitetura e o Programa de Pós-graduação em Artes. Sendo um pedaço de história viva, vale a pena a visita, incluindo à capela.

Colégio de S. Jerónimo / Museu Académico

O primeiro museu português dedicado à vida académica foi criado em 1951, a partir de uma exposição realizada pela Associação Académica de Coimbra e pela Comissão Central da Queima das Fitas de 1950. A partir de 1987 o museu passou a funcionar no Colégio de S. Jerónimo. Este edifício, construído em 1565, tem uma bela e distintiva escadaria do século XVIII. Além do museu, funcionam também alguns serviços da Faculdade de Letras e pode ser um ponto interessante quando visitar a Universidade de Coimbra.

A entrada no Museu Académico tem o custo de 1 euro.

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Chamo-me Diana.Gosto de ler, gosto de escrever e tenho ganho o gosto de viajar. Decidi juntar as histórias acumuladas neste espaço e chamei-lhe Contramapa. Porque nas contracapas dos meus livros existe sempre um mapa, um sítio onde ir, um local a descobrir. Aqui podem conhecer as minhas histórias e viagens em livro aberto.

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21 comentários
  1. Joana M.
    Joana M. says:

    Desconhecia este blog mas vou passar a seguir… Já fui à Biblioteca há uns anos e é mesmo uma coisa fantástica. Este tipo de monumentos devia ser mais divulgado cá dentro… e lá fora!

    Responder
  2. Catarina Gralha
    Catarina Gralha says:

    Confesso que não tinha ideia que a Universidade de Coimbra tinha tantos espaços para visitar, obrigada pela partilha! Fiquei com imensa curiosidade em relação à Biblioteca Joanina. Adoro tudo o que seja biblioteca, e essa parece bem especial.

    Responder
    • contramapa
      contramapa says:

      Mirella, a Universidade é mesmo muito interessante. Quando vier a Portugal, não esqueça de visitar! 🙂 Por acaso não trouxe nenhum souvenir, fica para a próxima!

      Responder
  3. Danielle Bispo
    Danielle Bispo says:

    Nossa que prédio lindo. Adorei saber a história da Universidade. Portugal é realmente encantador e essa universidade é tão importante para vários brasileiros que estudaram por lá deveria ser mais visitada!
    Bjs

    Responder
  4. angie
    angie says:

    estou morrendo de amores por esse órgão!!! quantos detalhes maravilhosos! dá pra tocar nele um pouco ou está protegido (ou só tocam em certos eventos)? também gostei muito da porta férrea!

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    • contramapa
      contramapa says:

      Angie, do que eu percebi, ele ainda toca em ocasiões especiais, como: funerais e casamentos. Parece uma maravilha, adorava ouvi-lo a ser tocado!

      Responder
    • contramapa
      contramapa says:

      Olá Tiago, obrigada pela partilha!
      Realmente o foco do artigo foi nos edifícios que são património da UNESCO, mas vale a pena também recordar o Observatório. Assim que possa vou colocá-lo também no final do artigo!

      Responder
  5. Fabiano
    Fabiano says:

    É possível visitar além da biblioteca e o museu,a universidade em si própria? Ou apenas a visita guiada por 10 euros naqueles horários citados?

    Responder

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